quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

RIO SAPATO/ PRAIA DO FLAMENGO

Mais fotos do Rio Sapato foram enviadas  mostrando a realidade do rio no bairro Praia do Flamengo (Salvador), próximo a primeira ponte.

Precisamos preservar os nossos recursos naturaisssss!!!!


Fotos por SAVE

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Fotos por SA

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  OBSERVEM COMO ESTÁ O RIO NESTE PONTO:
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 OBSERVEM COMO ESTÁ O RIO NESTE PONTO:
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

TECNOLOGIAS DE REMEDIAÇÃO DE SOLOS E ÁGUAS SUBTERRÂNEAS

Os procedimentos utilizados para estudos de solos e águas subterrâneas consistem em encontrar indícios ou comprovações de contaminação. Para a efetuação desta metodologia aplicada é necessário conhecer a RESOLUÇÃO CONAMA 420/2009 que trata sobre essa questão.

As tecnologias utilizadas para remediar a contaminação de solos e água subterrâneas são:

  • Air Sparging: Consiste na injeção de ar na zona saturada, ou seja, no aquífero, com o uso de compressor de ar tendo como objetivo promover a passagem do contaminante da fase líquida para a fase gasosa. O tempo da sua implantação é relativamente pequeno e requer pouca manutenção. Pode ser implementado nas proximidades de regiões domiciliares e postos de serviços.  

Fotos por Google

  • Extração de Vapor do Solo (EVS): É usado para remover compostos orgânicos voláteis (VOC's) do solo. Tem sido utilizado amplamente como tecnologia para remediar sítios contaminados com resíduos perigosos principalmente com VOC's. O EVS reduz o tempo de descontaminação pela remoção de fontes de contaminação na zona não saturada.  O impacto ambiental desta tecnologia é baixo; grandes volumes de solos podem ser tratados; fácil da instalar e utiliza equipamentos disponíveis no mercado.

Foto por Google
  • Air Stripping: tecnologia de aeração que permite a transferência de contaminantes orgânicos da fase líquida para a gasosa. É também uma tecnologia não destrutiva. A corrente de água contaminada é misturada com uma corrente de ar descontaminado, e esse contato faz com que o ar remova as substâncias orgânicas dissolvidas na água. Os diferentes tipos de equipamentos utilizados para conduzir este processo são classificados de torres, tanques e lagoas. É semelhante a uma torre de resfrigeração de água. A água contaminada é introduzida no topo da torre e flui por um sistema interno de chicanas  ou de grades, projetadas para espalhar a água em uma superfície grande. Conforme a água percorre a torre, um ventilador circula ar pela torre, e as chicanas ou as grades fazem com que o ar entre em contato com a água. Durante esse contato, o ar remove as substâncias orgânicas dissolvidas na água. A torre de fluxo contracorrente parece ser a configuração de equipamento mais apropriada para tratamento de água contaminada, em virtude das seguintes razões: Ela fornece maior área superficial para elaboração do líquido; Volumes maiores de ar para a água são possíveis, graças à baixa queda de pressão do ar através da torre; a emissão de substâncias orgânicas na atmosfera pode ser inaceitável ambientalmente, entretanto uma torre de fluxo contracorrente é relativamente pequena e pode ser conectada a um equipamento de recuperação a vapor.

Foto por Google
  • Soil FLushing: tecnologia inovadora de remediação que consiste em produzir um fluxo de uma solução de lavagem no subsolo, a qual move os contaminantes para determinada área de onde são removidos. A solução de lavagem é determinada de acordo com as especificações químicas e/ou físicas dos contaminantes. As soluções comumente utilizadas são de dois tipos: (1) água; ou (2) água com aditivos tais como ácidos (baixo pH), bases (elevado pH) ou produtos tenso-ativos (detergentes).

Fotos por SAVE
  • Soil Washing: processo no qual os solos contaminados são escavados, removidos do local original, tratados fisicamente na superfície e misturados com aditivos preparados para remover os contaminantes. O separa partículas finas (silte) da spartículas grosseiras (areias). A separação granulométrica promove a remoção no volume de solo contaminado, também reduz relativamente os custos de separação e minimização de resíduos requeridos por tratamento posterior.

Foto por Google
  • Biorremediação: processo de tratamento com microrganismos que transformam substâncias tóxicas em substâncias menos tóxicas ou não-tóxicas. Poluentes tóxicos podem ser degradados pelos microrganismos e ocorrer redução significativa das concentrações dos contaminantes, no solo e na água, eliminando-se riscos à saúde humana e ao meio ambiente. Uma vez os contaminantes degradados, a população de microrganismos é reduzida em virtude de menor oferta de alimento disponível no meio.
Foto por Google

domingo, 3 de fevereiro de 2013


 Segue reportagem da WWF.

DIA MUNDIAL DAS ÁREAS ÚMIDAS
O 2 de fevereiro é comemorado o dia Mundial das Áreas Úmidas. A data foi instituída pela Convenção de Ramsar com o objetivo de estimular a reflexão e aumentar o reconhecimento em todo o mundo sobre a importância das áreas úmidas para o planeta e para a vida das pessoas. Estes ecossistemas contribuem para o sequestro de carbono e o combate ao cambio climático.
São ecossistemas complexos e variados, as áreas úmidas vão desde as zonas marinhas e costeiras até as continentais e as artificiais. Alguns exemplos são os lagos, banhados (terras baixas alagadizas), brejo, manguezais, pântanos e também áreas irrigadas para agricultura, reservatórios de hidrelétricas, entre outros.
As áreas úmidas estão presentes em todos os tipos de ecossistemas e são importantes para a manutenção da diversidade biológica e para a regulação do clima. Pelo fato de terem um ciclo hidrológico que se modifica o tempo todo e que exige adaptação constante, as áreas úmidas abrigam uma enorme variedade de espécies endêmicas.
Outro serviço importante prestado por essas áreas é a regulação do ciclo hidrológico, ampliando a capacidade de retenção de água da região onde se localiza e, com isso, promovendo o múltiplo uso das águas pelos seres humanos.
Apesar da riqueza ambiental que oferecem, essas áreas são muito vulneráveis, principalmente aos efeitos das mudanças climáticas. Situadas em uma área de transição entre os ecossistemas aquáticos e terrestres, sofrem muita pressão não somente pela ação direta do homem, mas também pelos impactos sobre ecossistemas terrestres, marinhos e de água doce adjacentes.

Convenção de Ramsar - A definição do conceito de Áreas Úmidas surgiu na Convenção de Ramsar. O tratado intergovernamental celebrado no Irã, em 1971, marcou o início das ações nacionais e internacionais para a conservação e o uso sustentável das zonas úmidas e de seus recursos naturais. Atualmente, 150 países são signatários do tratado, incluindo o Brasil.

Sítios de Ramsar no Brasil
Além do Parque Nacional do Pantanal Matogrossense (MT), o Brasil possui outras sete áreas classificadas como Sítios Ramsar: Estação Ecológica Mamirauá (AM), Ilha do Bananal (TO), Reentrâncias Maranhenses (MA), Área de Proteção Ambiental da Baixada Maranhense (MA), Parque Estadual Marinho do Parcel de Manoel Luz (MA), Lagoa do Peixe (RS) e a Reserva Particular do Patrimônio Natural SESC Pantanal (MT).

Pantanal é a maior área úmida do planeta
O Pantanal é a maior área úmida continental do planeta e o berço de uma rica biodiversidade. Ele ocupa parte dos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estendendo-se pela Bolívia e Paraguai. Na região, foram registradas pelo menos 4.700 espécies, incluindo plantas e vertebrados. Desse total, há 3.500 espécies de plantas (árvores e vegetações aquáticas e terrestres), 325 peixes, 53 anfíbios, 98 répteis, 656 aves e 159 mamíferos.
A importância ambiental da maior área úmida continental teve o seu reconhecimento a partir de 1998, quando o bioma foi decretado Patrimônio Nacional, pela Constituição brasileira. Em 2000, o Pantanal recebeu o título de Reserva da Biosfera pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Fotos por GOOGLE

sábado, 2 de fevereiro de 2013

RIO SAPATO

Segundo informações da revista Vilas Magazine, a Prefeitura de Lauro de Freitas irá notificar a partir deste mês os moradores que descartam esgoto não tratado na rede pluvial ou diretamente no rio.


Esperamos que  essas notificações sejam efetuadas!!!!!!!

A SAVE passou hoje por um trecho do rio Sapato, localizado na av. Praia de Copacabana, para mostrar a situação em que se encontra.

O RIO ESTÁ TOTALMENTE EUTROFIZADO!!!

Fotos por SAVE

Foto por SAVE


Foto por SAVE

Foto por SAVE
Foto por SAVE

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

RIOS?


Fotos por SAVE
Andando pelas ruas todos podem observar que Salvador está precisando de melhorias nos setores Saneamento e Meio Ambiente. O sistema de esgotamento sanitário da cidade se resume a emissão de efluentes nos rios de Salvador. Como assim RIOS? Salvador tem RIO? 
A situação dos rios da nossa cidade estão em estado crítico e não podemos deixar de abordar este assunto. 

Aqui vai  a listagem de alguns rios de Salvador:

1- Rio das Pedras: formado pelo rio Cascão, Saboeiro, Cachoeirinha e pelo rio Pituaçu. Passa pelos bairros: Pernambués, Saboeiro, Avenida Paralela, Imbuí e deságua na Boca do Rio.

2- Rio Lucaia: A nascente localiza-se em uma das encostas da Joana Angélica que vertem para o Dique do Tororó, até ser completamente tapado na avenida Vasco da Gama e deságua no Largo da Mariquita, Rio Vermelho.

3- Rio Camarajipe: Nasce perto do Pirajá, nos bairros Marechal Rondon, Boa Vista, São Caetano, Calabetão e Mata Escura e deságua entre o Jardim dos Namorados e Jardim de Alah.

4 - Rio dos Seixos: Nasce no vale do Canela e na Nossa Senhora da Graça, cortando os bairros do Canela,Barra e Graça. Corre pela av. Centenário (que foi tampado pela Prefeitura em 2008), até desaguar no Morro do Cristo, na Praia do Farol da Barra.

5- Rio Jaguaribe: Nasce nos bairros de Águas Claras, Valéria e Castelo branco percorrendo em uma distância de aproximadamente 15,2 km pelo Jardim Nova Esperança, Cajazeiras VIII, Nova Brasília, Trobogy, Mussurunga e deságua em Piatã, mais precisamento na 3° ponte da Av. Octávio Mangabeira. Possui uma variedade de afluentes em seu percurso como os rios Trobogy, Cambunas, Mocambo, Águas Claras, Cabo Verde, Córrego do Bispo, entre outros.

6- Rio do Cobre - Nasce em Coutos (Lagoa da Paixão), acompanhando a BA-528 (Estrada Paripe/Base Naval), formando a primeira represa em Pirajá e, depois, em Ilha Amarela, já dentro do Parque de São Bartolomeu. Deságua na Enseada do Cabrito, um dos estuários da penísula de Itapagipe, na Cidade Baixa.


O rio das Pedras possui uma nascente preservada em uma das áreas mais importantes de remanescentes de Mata Atlântica de Salvador. São 200 hectares de mata protegida pelo 19º Batalhão de Caçadores do Exército (19 BC), no bairro do Cabula, onde se encontra também a represa do Rio Cascão, construída em 1905 para abastecer a capital baiana.

O grande problema  é que o corpo hídrico vem sofrendo devido aos lançamentos de esgotos domésticos em seu leito, sendo o saneamento adequada uma alternativa para o uso e bem da sociedade. 
É NECESSÁRIO COLOCAR EM PRÁTICA AS CONDICIONANTES ESTABELECIDAS POR LEI.
Foto por SAVE

Foto por SAVE

Foto por SAVE

Foto por SAVE

Então para solucionar o problema o que é feito: O RIO FOI COBERTO E, EM CIMA DELE, CONSTRUÍRAM UMA PRAÇA COM MUITOS BARES E RESTAURANTES.
COLOCAR CONCRETO POR CIMA DO "RIO/ESGOTO" RESOLVE O PROBLEMA?
Foto por SAVE

Foto por SAVE

Foto por SAVE
Foto por SAVE
Visitantes que costumam realizar as suas refeições diárias nos restaurantes, reclamam que em determinados dias é perceptível o odor desagradável que o esgoto emite.

As consequências da cobertura do rio são:
  • Alteração do microclima ambiental da região, já que a água é um regulador térmico. O sol aquecerá o concreto e o calor será refletido e dissipado na mesma hora, aquecendo o ambiente e provocando um desconforto térmico.
  • Proliferação de vetores que podem provocar doenças.
  • A concretagem colocado no leito do rio provoca a sua morte definitiva, já que impedirá a interligação da água subterrânea com a da superfície. 
  • A cobertura de concreto colocado no rio vai impedir a penetração da luz natural, eliminando os elos do ecossistema natural e a liberação de oxigênio. Sem a luminosidade o rio morre, logo, cobrir o rio e concretar o seu leito é enterra-lo de vez.
  • Com a transformação do rio em praça pública ocorre a  perda da finalidade do nosso recurso natural.  É como dizer que uma praça pública é mais importante para a cidade do que um rio.
O rio é um bem de uso comum do povo, para ter água, vida, para ser usado para pesca e banho, e se for para transportar efluentes, que eles sejam tratados antes.

Em alguns lugares já ocorreram este processo de revitalização como: São Paulo, com o Rio Tietê; em Minas Gerais, com o Rio das Velhas; em Londres, com o Rio Tâmisa, que de tão limpo hoje tem até criação de salmão; e em Seul, na Coréia do Sul, com o Rio Cheonggyecheon. 

Foto por SAVE

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013


Registros de poluição, feitos por Laís Dias, no trecho conhecido como Brasilgás (próximo a BR 324).
Podemos analisar nas fotos a presença de resíduos sólidos  no corpo hídrico, sendo marcante a presença de pneus e embalagens.
Precisamos conscientizar a população minha gente!!


Foto por: Laís Dias

Foto por: Laís Dias

Foto por: Laís Dias

Foto por: Laís Dias

Foto por: Laís Dias

Foto por: Laís Dias

Foto por: Laís Dias

Foto por: Laís Dias

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

BARRACAS OU BARRACOS?


Na praia de Ipitanga, localizada na divisa Salvador/Lauro de Freitas, houve a demolição das barracas de praia devido as irregularidades nas instalações sanitárias e de outras condicionantes da Justiça que não foram atendidas.
As praias ficaram mais belas para as pessoas que passam nos automóveis ou que simplesmente caminham nas calçadas, ou seja, houve a minimização da poluição visual que era marcante na orla de Salvador/Lauro de Freitas.
Como já sabem, as faixas de praia ocupadas pelas barracas são terrenos da marinha, áreas situadas na Costa Marítima, em faixa de 33 metros medidos a partir da posição da preamar média de 1831. Ou seja, 33 metros a partir das médias das marés altas. Os terrenos de marinha são bens públicos da União e estão sob o controle patrimonial da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), que reivindicou a desocupação e foi atendida em decisão do juiz Claudio D'Ávilas Teixeira.

Google  Imagens

Foto por: SAVE


A questão do lixo, que aparentemente acreditariam que iria melhorar, continua sendo um problema, pois os resíduos sólidos são descartados nas praias ou na vegetação próxima, por falta de lixeiras na maior parte do percurso  da orla de Ipitanga.


Foto por SAVE


O conforto que os quadriciclos proporcionam aos donos, devido a facilidade de se deslocar na areia, é, da mesma forma, um potencial impactador nas praias. A circulação de veículos nas praias é um dos grandes responsáveis pela redução de natalidade de tartarugas por provocar a destruição dos ninhos. 
A segurança dos banhistas tem sido um outro fator marcante, principalmente das crianças que correm brincando,  tendo um grande risco de acidentes sérios.

Foto por Vilas Magazine

Houve a retirada das barracas de praia de Ipitanga mas, em contrapartida, começou um processo de favelização da praia impactando negativamente o ecossistema.

Foto por SAVE

Foto por SAVE

Foto por SAVE

Foto por SAVE

Foto por SAVE

A retirada das barracas sem nenhuma proposta de remanejamento dos barraqueiros ocasionou nesta situação!!! Agora vamos ver se os órgãos responsáveis vão continuar permitindo esta situação. A favelização das praias causam problemas de ordem sanitária, ambiental, visual, entre outros fatores.


Foto por SAVE

Foto por SAVE

O acondicionamento inadequado dos resíduos sólidos desses "protótipos" de barracas atraem vetores que, por sua vez, são responsáveis pela transmissão de doenças.


Foto por SAVE

VAMOS CUIDAR DA NOSSA PRAIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!